Joinville, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Brasil

Renan Santos rejeita apoios e critica Flávio Bolsonaro em sabatina

Candidato do Missão disse que eleitor está anestesiado, questionou ministros do STF e defendeu a pena de morte.

O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) afirmou que não apoiará nenhum adversário em um eventual segundo turno e criticou Flávio Bolsonaro (PL), a quem chamou de ladrão durante sabatina. O presidenciável também declarou que o eleitor brasileiro está anestesiado diante da quantidade de informações e escândalos relacionados à crise no Supremo Tribunal Federal (STF).

Renan avaliou que Flávio e Lula usam suas bases políticas para tentar chegar ao segundo turno e criticou os adversários por não participarem de debates ou sabatinas. Na pesquisa Datafolha divulgada no início do mês, Renan apareceu com 3% das intenções de voto. Lula tinha 38%, Flávio Bolsonaro, 33%, Augusto Cury, 8%, e Caiado, 4%.

Sobre Flávio, Renan negou qualquer semelhança e afirmou: "Não tenho característica nenhuma do Flávio Bolsonaro, eu não sou ladrão." Também disse que não existe diálogo com o bolsonarismo e comparou a exigência de submissão do grupo político do ex-presidente à do PT.

Críticas ao STF e a Augusto Cury

Renan afirmou que, se for eleito, não considerará aceitáveis decisões dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Para o candidato, os dois não têm legitimidade para ocupar cargos no STF. Toffoli e Moraes estão no centro da crise no Supremo, que envolve investigações sobre supostas ligações com Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master.

O candidato também questionou o desempenho de Augusto Cury (Avante) nas pesquisas. Renan acusou o adversário de utilizar ferramentas de compra de influenciadores para criar um efeito de bolha e afirmou que esse efeito já terminou. Ele ainda criticou uma norma do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que, segundo sua avaliação, impede o funcionamento dos algoritmos nas eleições.

Segurança e violência

Renan declarou ser favorável à pena de morte, mas disse que não colocaria a medida em vigor em um primeiro mandato. Segundo ele, seria necessário mudar a Constituição para implementar a regra. No plano de governo, o candidato defende prisão perpétua, aumento de penas e outras medidas.

Ao responder sobre o aumento dos feminicídios, Renan criticou a cobertura sobre o tema e afirmou que homens negros, crianças e adolescentes mortos também deveriam receber atenção. Ele disse que pretende reduzir todos os tipos de violência caso seja eleito presidente da República.

Texto produzido pela Redação Jogo em Rede com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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