Joinville, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Brasil

Greve de servidores afeta serviços municipais de Florianópolis

Paralisação começou nesta quinta-feira (23), teve adesão em escolas e centros de saúde e seguirá sem previsão de encerramento.

Servidores públicos de Florianópolis entram em greve com impactos na saúde e educação

Os servidores municipais de Florianópolis iniciaram uma greve nesta quinta-feira (23), afetando 16,08% dos serviços da capital. A categoria afirma que não há previsão para o fim da paralisação e cobra melhores condições de trabalho, alegando que a prefeitura não atendeu às reivindicações apresentadas durante as negociações.

No início da tarde, os trabalhadores fizeram uma assembleia no Centro de Florianópolis e votaram pela continuidade do movimento. Depois, seguiram até a Prefeitura de Florianópolis para entregar um ofício com pedido de abertura de negociações.

De acordo com a prefeitura, entre as Escolas Básicas Municipais (EBMs), 37 unidades mantiveram atendimento e quatro ficaram sem atendimento. A porcentagem de profissionais em greve nesse grupo foi de 32,3%.

Nos Núcleos de Educação Infantil Municipal (NEIMs), 72 unidades funcionaram e 12 não tiveram atendimento. A adesão entre os profissionais foi de 36,1%. Considerando todos os serviços municipais, o índice informado foi de 16,08%.

Na saúde, os Centros de Saúde do Novo Continente, Jurerê, Trindade e Rio Tavares registraram os maiores percentuais de profissionais em greve. As UPAS tiveram baixa adesão, sem impacto significativo no funcionamento.

Na Escola de Educação Infantil Almirante Lucas Alexandre Boiteux, no Centro, apenas duas salas recebiam alunos pela manhã. No Centro de Saúde do Monte Serrat, moradores não conseguiram se vacinar.

O Sintrasem afirmou que a paralisação também está relacionada ao déficit de pessoal na saúde, que pressionaria os atendimentos e exporia trabalhadores e usuários a situações de agressão. Na educação, o sindicato citou problemas estruturais e falta de materiais.

Em nota, a Prefeitura de Florianópolis lamentou a greve e disse trabalhar para preservar os serviços essenciais. O governo municipal afirmou que mantém diálogo com as categorias e cumpre os acordos firmados. Também informou ter anunciado reajuste salarial com base no INPC e a manutenção dos compromissos do Plano de Cargos, Carreiras e Salários.

Texto produzido pela Redação Jogo em Rede com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.

Mais lidas

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5