Joinville, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Brasil

Caiado critica andamento no STF e defende investigação sobre Alexandre de Moraes

Em Aparecida de Goiânia, Ronaldo Caiado também propôs mudanças nas regras para nomeações ao Supremo Tribunal Federal.

Caiado considera que STF está em 'fase procrastinatória' e pede abertura de investigação contra Alexandre de Moraes
Foto: Vinícius Silva/g1 Goiás

Ronaldo Caiado defendeu a abertura de uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes e afirmou que o Supremo Tribunal Federal (STF) vive uma “fase procrastinatória”. A declaração foi feita nesta terça-feira (15), durante entrevista coletiva.

O candidato à Presidência comentou a votação de uma questão de ordem sobre a reunião de processos para julgamento conjunto. De acordo com Caiado, a análise preliminar adia a avaliação do mérito. “Tem que se aguardar essa decisão”, afirmou.

A votação mencionada por Caiado trata da possibilidade de os processos serem julgados no dia 23. Ele classificou o momento como uma etapa marcada por discussões que retardam a decisão principal.

Mudanças nas nomeações ao STF

Caiado também propôs uma alteração na Constituição para estabelecer idade mínima de 60 anos para indicados ao Supremo. Além disso, defendeu que os nomes tenham histórico profissional reconhecido e passem por uma avaliação prévia da vida pregressa.

Na proposta, essa análise seria feita por órgãos como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), a Receita Federal e a Polícia Federal, antes de o Executivo encaminhar o nome ao Senado.

O político ainda classificou o cenário institucional do país como de “degradação moral completa”. Na avaliação dele, a ausência de posicionamento de lideranças e o envolvimento de figuras públicas em escândalos contribuem para a deterioração do regime democrático. Ele citou a violência, a criminalidade e o endividamento como problemas sociais que ficam em segundo plano.

Ao falar sobre uma eventual relação entre o Palácio do Planalto e o STF, Caiado afirmou que respeitaria a Constituição. Ele citou sua atuação à frente do governo de Goiás como referência e disse que a harmonia entre os poderes deve ser conduzida pela autoridade moral do governante e pela recusa a negociações políticas espúrias.

Texto produzido pela Redação Jogo em Rede com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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