Joinville, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
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Corinthians cobra apuração de atos homofóbicos após semifinal feminina

Clube afirma que torcedores do Bahia ofenderam atletas corintianas na saída de campo após duelo na Arena Fonte Nova.

Corinthians cobra apuração de atos homofóbicos após semifinal feminina
Foto: Letícia Martins/EC Bahia

O Corinthians pediu a apuração de atos de homofobia que, segundo o clube, foram cometidos por alguns torcedores do Bahia contra atletas corintianas após a vitória por 1 a 0 na Arena Fonte Nova. A partida ocorreu na última terça-feira, 15, pelo jogo de ida da semifinal do Campeonato Brasileiro Feminino.

Em nota divulgada nesta quarta-feira, 16, o clube paulista afirmou repudiar os episódios e classificou as manifestações como inadmissíveis. O Corinthians declarou que não tolera qualquer forma de homofobia, dentro ou fora dos estádios, e reafirmou o compromisso com o respeito, a diversidade e um esporte mais inclusivo.

“O Clube considera inadmissível que tais manifestações ainda estejam presentes nos estádios de futebol”, escreveu a instituição. Na mesma manifestação, o Corinthians prestou solidariedade às jogadoras e defendeu que os acontecimentos sejam investigados, com identificação e responsabilização dos envolvidos pelas autoridades competentes.

“O Time do Povo se solidariza com suas atletas e espera que episódios como esse sejam devidamente apurados”, afirmou o clube.

O Bahia foi procurado para apresentar um posicionamento e esclarecer os fatos relatados pelo Corinthians, mas não havia respondido até o momento da publicação das informações.

Situação na semifinal

Com o resultado conquistado em Salvador, o Corinthians abriu vantagem no confronto pela semifinal do Campeonato Brasileiro Feminino. Para avançar à decisão, o Bahia terá de reverter o placar no duelo de volta. A nota corintiana também reforçou que episódios de homofobia não devem ser tolerados dentro ou fora de campo.

Texto produzido pela Redação Jogo em Rede com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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