Joinville, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Brasil

Renan Santos acusa Flávio Bolsonaro e rejeita rótulo de terceira via

Pré-candidato do Partido Missão também criticou o Novo e apresentou propostas para economia, educação, segurança e política externa.

Renan Santos chama Flávio Bolsonaro de 'criminoso': 'Lance do Flávio é ficar rico e comprar imóveis'
Foto: Reprodução

O pré-candidato à Presidência pelo Partido Missão, Renan Santos, classificou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como criminoso e afirmou que ele não tem condições de vencer Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para Renan, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro não demonstrou interesse em construir uma candidatura própria.

“Flávio nunca quis ser presidente”, declarou Renan. Na avaliação dele, o senador teria priorizado negócios e a compra de imóveis em vez de uma trajetória presidencial.

Renan também questionou a influência do bolsonarismo sobre a direita e criticou o Partido Novo, que classificou como uma legenda de centro. Ele afirmou que o partido se aproximou do campo político de Bolsonaro e não apresenta uma visão clara sobre educação ou um projeto de país.

Críticas ao Novo e estratégia eleitoral

O fundador do Missão mencionou o envolvimento de Flávio Bolsonaro com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, preso por fraudes, e cobrou uma posição do Novo sobre o caso. Segundo Renan, o partido evita comentar nomes ligados ao bolsonarismo que aparecem em suspeitas de corrupção.

Renan rejeitou a definição de terceira via para sua candidatura. Ele disse que pretende se apresentar como uma alternativa direta aos grupos liderados por Lula e Bolsonaro, sem ocupar uma posição secundária na disputa.

Para a vice-presidência, o pré-candidato escolheu Aroldo Medina. Renan afirmou que buscou um nome complementar ao seu perfil e minimizou a pouca projeção nacional do companheiro de chapa. “Quem tem que ficar visível sou eu”, disse.

Propostas apresentadas

Na economia, Renan defendeu mudanças na Previdência, a revisão de benefícios fiscais, alterações no funcionalismo público e o fim de mecanismos que aumentam automaticamente determinadas despesas do governo.

Para a educação, propôs o fim da progressão continuada e a criação de incentivos vinculados ao desempenho escolar. Na segurança pública, citou uma reforma no modelo de inquérito policial, o endurecimento das penas, maior integração tecnológica entre os órgãos e mudanças nas carreiras policiais.

Na política externa, Renan defendeu uma postura pragmática do Brasil na disputa entre Estados Unidos e China. Ele afirmou que as reservas brasileiras de terras raras podem ampliar o poder de negociação do país e atrair investimentos internacionais.

Texto produzido pela Redação Jogo em Rede com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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