O candidato do PSB ao governo de Santa Catarina, Gelson Merisio, criticou durante a convenção do Campo Democrático a tentativa de atribuir exclusivamente ao bolsonarismo os avanços do estado. Sem citar o nome do governador Jorginho Mello, do PL, Merisio direcionou críticas à atual gestão e defendeu que o desenvolvimento catarinense é resultado da população, de empresários e de diferentes governos.
“Não foi o bolsonarismo que fez Santa Catarina ser o que é hoje. Foi o seu povo, a sua gente e todos os partidos, os governadores que antecederam, e é isso que nós vamos mostrar”, afirmou.
Campanha baseada em propostas
Merisio disse que pretende conduzir a disputa pelo governo estadual com foco em propostas e respeito às pessoas que pensam de forma diferente. Ele afirmou que deseja apresentar uma imagem de Santa Catarina como um estado acolhedor, trabalhador e respeitoso com indígenas, idosos, mulheres e a população em geral.
Ao falar sobre sua trajetória política, o candidato reconheceu que sempre teve uma posição ideológica de centro-direita. Também declarou estar disposto a construir convicções junto dos partidos que apoiam sua candidatura e ressaltou a importância histórica do debate eleitoral em Santa Catarina.
Merisio recebeu o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e afirmou que a eleição estadual está ligada à defesa de valores como amizade, acolhimento e respeito. Na avaliação dele, a campanha também deve combater a imagem de Santa Catarina como um estado marcado por homofobia, racismo e altos índices de feminicídio.
A reeleição de Lula foi apresentada como prioridade da aliança. Merisio afirmou que seu primeiro pedido de voto será para o presidente e que sua candidatura ao governo seguirá junto do projeto político de Lula.








