Joinville, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Sul

Padre é preso em Praia Grande por suspeita de abuso contra coroinha

Jucelino de Oliveira, de 58 anos, foi detido sob suspeita de abusar de uma coroinha de 19 anos após oferecer bebida alcoólica.

Padre é preso em Praia Grande por suspeita de abuso contra coroinha
Foto: Reprodução

O padre Jucelino de Oliveira, de 58 anos, foi preso na última sexta-feira, 4, em Praia Grande, no litoral de São Paulo, sob suspeita de estuprar uma coroinha de 19 anos. Segundo o relato da vítima, o religioso ofereceu bebida alcoólica a ela e ao namorado, que também atuava como coroinha.

O casal frequentava a igreja onde Jucelino trabalhava havia aproximadamente três meses. Os dois também o acompanhavam em cerimônias realizadas em outros templos e frequentavam a casa do padre.

Relato da vítima

Em depoimento, a jovem afirmou que Jucelino costumava oferecer e insistir para que os dois consumissem álcool, mesmo depois de ela dizer que tinha problemas com bebidas. Em uma ocasião, o casal dormiu na casa do religioso.

De acordo com o relato, o padre abraçou os dois e encostou a genitália na perna da jovem. Enquanto o namorado estaria com a cabeça baixa e sonolento por causa da bebida, Jucelino teria apalpado os seios dela por dentro da blusa.

A vítima também afirmou que, horas depois, o padre a convidou novamente para beber, mas ela recusou. Segundo o depoimento, em outras ocasiões, ele ofereceu presentes e ajuda financeira e sugeriu que os dois morassem na casa dele.

Além da prisão, Jucelino deverá cumprir medidas cautelares, incluindo manter distância mínima de 300 metros da mulher e não frequentar locais habitualmente visitados por ela.

Defesa e posição da diocese

O advogado João Paulo Silva Rocha, que representa o padre, afirmou que a prisão tem “natureza temporária e exclusivamente cautelar” e que a medida “não representa condenação”.

Jucelino administrava a Casa Pime, espaço ligado ao Pontifício Instituto das Missões Exteriores (Pime), e celebrava missas na capela São João Batista. A Diocese de Santos informou que tomou conhecimento do cumprimento do mandado, declarou confiar na Justiça e disse que serão tomadas as providências cabíveis.

Texto produzido pela Redação Jogo em Rede com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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