Joinville, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Sul

Empresário morto em Salvador teve punibilidade extinta em processo de homicídio

Eduardo Santana de Oliveira, de 31 anos, foi investigado por um caso ocorrido em 2006, em Castro Alves, na Bahia.

Empresário morto em Salvador teve punibilidade extinta em processo de homicídio
Foto: Reprodução redes sociais

Eduardo Santana de Oliveira, de 31 anos, morto a tiros dentro da Butique da Chave, no Itaigara, já havia sido investigado por um homicídio ocorrido em 2006, em Castro Alves, no interior da Bahia. O processo foi encerrado após a Justiça reconhecer a prescrição e declarar extinta a punibilidade do empresário. Não houve condenação.

Eduardo tinha 19 anos quando o crime aconteceu. Como era menor de 21 anos na época, o prazo de prescrição previsto para o caso foi reduzido pela metade, conforme o processo.

O nome do empresário também aparece em outros registros judiciais, incluindo ocorrências relacionadas a roubo majorado e vias de fato, além de processos na área cível.

Investigação sobre a morte

A Butique da Chave havia sido instalada no Itaigara há cerca de um ano. Eduardo trabalhava no estabelecimento quando foi surpreendido pelos criminosos. Relatos de pessoas que estavam na região indicam que dois homens em uma motocicleta teriam passado pelo local e disparado contra ele.

A Polícia Militar foi chamada após a denúncia de que um homem havia sido baleado dentro de um estabelecimento comercial na Avenida Antônio Carlos Magalhães. Quando chegaram, os policiais encontraram Eduardo já sem vida. O local foi isolado para a perícia, e o Departamento de Polícia Técnica foi acionado. Buscas foram realizadas na região, mas nenhum suspeito foi encontrado.

Um familiar afirmou que Eduardo emprestava dinheiro com cobrança de juros e era conhecido como “agiota”. A Polícia Civil não confirmou oficialmente essa informação como possível motivação do assassinato.

O empresário tinha registro ativo no Sistema Nacional de Armas e era registrado como CAC — Colecionador, Atirador e Caçador. O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa investiga as circunstâncias da execução. Guias de perícia e remoção foram expedidas, enquanto diligências e oitivas são realizadas para identificar os autores e esclarecer a motivação do crime.

Texto produzido pela Redação Jogo em Rede com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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