Joinville, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
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Vitória cobra do Grêmio dívida que já supera 2,5 milhões de dólares

Fábio Mota afirma que o débito comprometeu o orçamento do Vitória e provocou cobranças de empresários e clubes.

Vitória cobra do Grêmio dívida que já supera 2,5 milhões de dólares
Foto: Caroline Motta/Grêmio Fbpa

O Vitória cobra do Grêmio parcelas referentes à contratação de Wagner Leonardo e afirma que a dívida já ultrapassa 2,5 milhões de dólares. O clube gaúcho reconhece uma pendência, mas contesta o valor e sustenta que o montante seria de 1 milhão de dólares.

O presidente do Vitória, Fábio Mota, explicou que o planejamento financeiro da temporada dependia do recebimento. Segundo ele, o clube usaria o dinheiro para pagar parcelas das compras de Erick, ao São Paulo, e Baralhas, ao Atlético-GO, além de compromissos com empresários.

“Contamos com esse dinheiro para pagar uma parcela de Erick ao São Paulo. Contamos com esse dinheiro para pagar uma parcela de Baralhas ao Atlético-GO”, afirmou Mota. O dirigente também disse que o Grêmio fez quase R$ 100 milhões em vendas e que o Vitória recebeu um transfer ban da Fifa porque o contrato estava espelhado com o do Portimonense.

Mota declarou que a falta do recurso abriu um rombo de R$15 milhões no orçamento. Para lidar com a situação, o Vitória suspendeu pagamentos de comissões a empresários e de dívidas com outros clubes, além de iniciar discussões para reparcelar os débitos.

Divergência sobre o valor

O presidente rubro-negro afirmou que o contrato previa o vencimento integral da dívida quando uma parcela permanecesse em aberto por mais de 60 dias. “Hoje, juridicamente, a dívida do Grêmio é de 2,5 milhões de dólares”, explicou.

Na segunda-feira, 7, após a partida entre as equipes no Barradão, Mota chamou o Grêmio de “caloteiro”. Ele esperava encontrar a diretoria gaúcha para discutir um novo plano de parcelamento, mas disse que Odorico Roman não compareceu ao estádio. O dirigente afirmou ter sido informado de que uma situação médica impediu a presença da cúpula do Grêmio.

O Grêmio negou essa versão e informou que o departamento de futebol esteve completo no jogo, com o vice-presidente de futebol Rafael Lima e o executivo Paulo Pelaipe. Mota respondeu que o chefe da delegação presente no Barradão não tinha autonomia para negociar e que esperava uma conversa entre os presidentes.

Texto produzido pela Redação Jogo em Rede com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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