Joinville, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
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Credores tentam suspender leilão da Nova SAF do Vasco na Justiça

Sete ex-jogadores e um preparador físico contestam a operação e pedem a interrupção do leilão previsto para a próxima sexta-feira, 25.

Credores tentam suspender leilão da Nova SAF do Vasco na Justiça
Foto: Reprodução

Um grupo formado por sete ex-jogadores e um preparador físico pediu à Justiça a suspensão da criação da Nova SAF do Vasco. A medida foi protocolada na última terça-feira, 22, três dias antes do leilão previsto para a próxima sexta-feira, 25.

Entre os credores está Willian Barbio, ex-atacante do Bahia. Também assinam o pedido os ex-jogadores Breno, Douglas Silva, Lucas Kal, Lucas Siqueira, Luiz Gustavo e Willian Maranhão, além do preparador físico Flávio de Oliveira.

O leilão deve envolver a nova estrutura societária do clube, com expectativa de arremate pelo empresário Marcos Lamacchia. A operação inclui um financiamento DIP de R$ 150 milhões proposto por Lamacchia ao Vasco.

A contestação é dirigida contra decisão da 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, proferida em 10 de setembro pela juíza Simone Gastesi Chevrand. A determinação autorizou o financiamento e permitiu a abertura do procedimento para o leilão da Nova SAF.

Os credores afirmam que a decisão aplicou de forma incorreta a cláusula 4.2.1 do Plano de Recuperação Judicial da atual SAF. Na petição, eles questionam se é legal criar uma Nova SAF a partir de outra SAF que já está em recuperação judicial e apontam possíveis irregularidades relacionadas à Lei da SAF e ao percentual das receitas destinado aos credores.

O grupo também discute a necessidade de aprovação da operação em assembleia de credores, diante do suposto descumprimento de condições previstas no plano de recuperação judicial. Outro argumento é que a operação não representaria uma entrada efetiva de recursos na recuperação judicial. A petição ainda menciona questões de arbitragem, sucessão empresarial e possível confusão patrimonial.

Os embargantes classificam a decisão como marcada por “omissões relevantes” e “contradições”. Eles pedem que a Justiça reavalie a autorização e suspenda ou revogue a operação até a análise das questões jurídicas apresentadas.

Também é solicitada a interrupção do procedimento competitivo envolvendo a UPI Equity, além da suspensão ou revogação da autorização para o financiamento DIP. Na avaliação dos credores, a decisão afirma que seus interesses estão protegidos, mas exige garantias extraordinárias, como caução próxima de R$ 27 milhões, garantia bancária para cobrir o passivo e mecanismos adicionais de proteção.

Texto produzido pela Redação Jogo em Rede com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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