O Bahia já observou mais de 22 mil atletas em todo o Nordeste desde 2023, ano em que o City Football Group passou a administrar o clube. Desse grupo, 152 jogadores foram chamados, aprovados e hoje integram a categoria conhecida como Pivetes de Aço.
A estratégia fortalece as categorias de base do clube e busca oferecer oportunidades aos jovens dentro da própria região. Marcelo Teixeira, diretor da base do Bahia, afirmou que o clube tem atletas de todas as regiões do Brasil, mas mantém atenção especial à Bahia e ao Nordeste.
“Queremos conhecê-lo aqui, entender sua história, acompanhar seu desenvolvimento e oferecer uma oportunidade dentro do Bahia”, disse Teixeira.
O dirigente também declarou que a ambição é observar os grandes talentos nordestinos antes que eles deixem a região. Segundo ele, a presença de observadores de clubes do Sul e do Sudeste faz com que alguns jogadores ainda possam ser identificados fora do Nordeste.
Como funciona a captação
Pedro Andrade, gerente de captação da base, explicou que o trabalho não depende apenas da chegada dos atletas ao centro de treinamento. As equipes acompanham campeonatos oficiais, competições de bairro, projetos, comunidades e cidades do interior.
A rede de observação procura identificar talentos espalhados pelo Nordeste e apresentar aos jogadores e às famílias a possibilidade de desenvolvimento no Bahia. A proposta é reduzir a necessidade de mudança para outras regiões do país em busca de oportunidades no futebol.
Além da atuação regional, o clube mantém observadores em todas as regiões do Brasil. Essa estrutura permite atrair atletas de diferentes estados e elevar o nível das equipes tricolores, preservando a atenção prioritária aos jogadores da Bahia e do Nordeste.








