Os gestos usados pelo auxiliar técnico Cadu para orientar as substituições do Fluminense chamaram atenção nas partidas contra Vasco e Platense. Sem poder utilizar rádio na área técnica, ele criou sinais para que o preparador físico Ricardo Henriques reconheça rapidamente quem deve entrar em campo.
Contra o Vasco, pelo Campeonato Brasileiro, Cadu fez um movimento com a mão para indicar a altura de Lucho Acosta. Diante do Platense, pela Conmebol Libertadores, o auxiliar deixou o banco e foi até a linha de fundo chamar Germán Cano. Ao encontrar o atacante argentino, usou com as mãos o gesto conhecido como duplo L, pedindo que ele acelerasse o aquecimento e começasse a corrida.
A comissão também tem códigos para outros jogadores. Quando a intenção é chamar Ganso, por exemplo, a identificação é feita com o número 10 usando os dedos. A estratégia busca reduzir o tempo do procedimento e evitar dúvidas na comunicação entre a comissão e o preparador físico.
Relação com o elenco
A comissão técnica comandada por Marcão mantém uma relação próxima com os jogadores, em parte pelo longo período de trabalho dos profissionais no clube. O entrosamento aparece nos detalhes da rotina e no ambiente do vestiário.
Marcão explicou que Ganso é importante para uma equipe que pretende controlar as partidas e manter os jogadores mais próximos. O treinador também destacou a necessidade de encontrar uma alternativa quando Paulo não estiver disponível, com a velocidade e o jogo mais direto de Lucho Acosta.
Conhecido entre os companheiros como Baixola, Lucho deve começar jogando neste sábado. O Fluminense enfrenta o Atlético-MG às 16h (de Brasília), na Arena MRV, pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. Alguns titulares serão preservados na partida.








