O meia Santi Rodríguez explicou os motivos que o levaram a deixar o Botafogo e ser negociado com o Columbus Crew. O uruguaio afirmou que perdeu espaço após a chegada do técnico português Franclim Carvalho e decidiu pedir a transferência para os Estados Unidos.
Rodríguez contou que começou como titular sob o comando de Anselmi, mas voltou a ter a situação alterada com a mudança de treinador. Segundo ele, o novo comandante não garantia minutos em campo, embora não quisesse sua saída. Diante disso, o jogador entendeu que a permanência não faria sentido e pediu para ser negociado.
O meia também afirmou que teve bom desempenho pelo Botafogo e recebeu confiança de Ancelotti, mas não conseguiu atuar com frequência depois. Na avaliação de Rodríguez, situações extracampo nos clubes podem ser difíceis de resolver pelos jogadores e acabam ficando sob responsabilidade da comissão técnica e dos dirigentes. Ele não detalhou quais problemas enfrentou.
A passagem pelo Rio de Janeiro foi marcada por três treinadores, atrasos salariais e punições da Fifa por falta de pagamento. A negociação com o Columbus Crew também demorou a ser concluída. Rodríguez disse que o Botafogo tinha uma dívida com a MLS relacionada às contratações dele e de Almada.
Valores e números pelo Botafogo
A transação foi fechada na casa dos US$ 6,8 milhões (R$ 34 milhões). O acordo prevê que o valor seja abatido da dívida incluída na recuperação judicial, registrada em US$ 38,5 milhões.
Santi Rodríguez chegou ao Botafogo em fevereiro de 2025 por R$ 85 milhões. Pelo clube, disputou 58 jogos, marcou cinco gols e deu seis assistências. No Columbus Crew, o uruguaio afirmou estar feliz por retornar à MLS e destacou o objetivo do clube de conquistar a liga todas as temporadas.








