Matheuzinho afirmou que o elenco do Corinthians está unido a Fernando Diniz antes do confronto com o Estudiantes, nesta quarta-feira, às 21h30, em La Plata, pelas quartas de final da Conmebol Libertadores. A partida será a primeira do duelo, cuja classificação será decidida em casa, na Neo Química Arena, dia 16.
O lateral-direito reconheceu que o Corinthians atravessa uma fase ruim no Campeonato Brasileiro, com quatro derrotas consecutivas e queda na tabela. Apesar disso, defendeu o trabalho da comissão técnica e disse que a equipe precisa de tempo para recuperar o desempenho apresentado no início da passagem de Diniz.
Matheuzinho afirmou que os jogadores confiam na proposta do treinador e trabalham juntos para superar o momento de instabilidade. Para ele, os resultados negativos na Série A devem servir de aprendizado para a Libertadores.
Estratégia para o confronto
A prioridade do Corinthians no jogo de ida será manter a organização defensiva e evitar sofrer gols. Matheuzinho destacou que a equipe precisa reduzir os erros e dar segurança ao goleiro Hugo, além de cumprir as orientações de Diniz na marcação e na recomposição.
O defensor também apontou a dificuldade de enfrentar uma equipe argentina. Segundo ele, o Estudiantes tem um estilo mais voltado à marcação, mas conta com jogadores capazes de driblar, finalizar e improvisar. Por isso, o Corinthians pretende respeitar o adversário sem deixar de buscar a vitória em cada disputa.
Foco na Libertadores
De acordo com Matheuzinho, Diniz trata 28 de novembro como a data mais importante da temporada. O jogador disse que o grupo mantém atenção nas demais competições, mas considera a Libertadores diferente e vê a possibilidade de conquistar o título como uma oportunidade de entrar para a história.
O lateral também comentou as expulsões recentes. Ele afirmou que o treinador conversou com o elenco sobre a necessidade de competir intensamente, mas com cuidado para evitar novos cartões vermelhos. Matheuzinho ressaltou que jogar com um atleta a menos prejudica o time e que os jogadores estão conscientes da responsabilidade.
Sobre eventuais salários atrasados, o defensor disse que o assunto é tratado pelos capitães diretamente com a diretoria e o presidente. Como não integra o grupo de capitães, afirmou não ter detalhes, mas declarou confiar nos colegas para conduzir as conversas com Marcelo Paz, executivo do clube.








