O Maracanã receberá neste domingo o primeiro jogo de futebol americano de sua história. Baltimore Ravens e Dallas Cowboys se enfrentam às 17h25 de Brasília, em uma partida que Kyle Hamilton, safety do time de Baltimore, espera guardar como uma lembrança para a família.
A NFL tem ampliado sua presença internacional e já levou partidas a estádios como Santiago Bernabéu, Wembley, Allianz Arena e Azteca. Para Hamilton, a experiência no Rio de Janeiro ganha um significado especial pela história do local e pela relação com grandes partidas de Copa do Mundo.
“Vou poder contar para os meus filhos que joguei nesse estádio”, afirmou o defensor.
A delegação dos Ravens chegou ao Rio de Janeiro na manhã desta sexta-feira e realizou uma única atividade na cidade. O planejamento prevê um regenerativo no sábado, antes do duelo de domingo.
Mesmo com pouco tempo para conhecer o Rio, Hamilton relatou surpresa com a mobilização dos torcedores. O jogador disse ter visto pessoas usando camisas dos Ravens do lado de fora do ônibus da equipe e destacou a presença de fãs dos Estados Unidos e do Brasil no entorno da partida.
“É surreal. Tão longe de casa. É louco ver pessoas com camisas do Ravens, do lado de fora do nosso ônibus”, declarou.
Momento dos Ravens
O Baltimore Ravens iniciou a temporada cercado de expectativas, com uma nova comissão técnica e Lamar Jackson saudável. A equipe, porém, perdeu para o New Orleans Saints na semana 2, depois de abrir vantagem no primeiro tempo e sofrer a virada após o intervalo.
Hamilton reconheceu que o time precisa melhorar na reta final dos jogos. Para o defensor, a capacidade de sustentar as vantagens será essencial caso Baltimore queira disputar campeonatos.
Aos 25 anos, o safety também falou sobre a própria trajetória na defesa dos Ravens. Apesar de ser considerado um jogador versátil, ele afirmou que ainda não se coloca no mesmo patamar de Ray Lewis e Ed Reed, referências históricas da franquia.
Hamilton disse que pretende seguir o próprio caminho, sem tentar reproduzir o estilo dos dois ex-jogadores, mas reconheceu o padrão estabelecido por eles como líderes e defensores.








