Endrick explicou por que costuma pegar a bola e permanecer perto da marca da cal mesmo quando não é o cobrador de pênaltis da Seleção. No amistoso contra a Austrália, nesta terça-feira, ele adotou a mesma postura antes da cobrança que Vini Jr converteu para fechar a vitória do Brasil por 4 a 2.
O atacante afirmou que já sabia que não seria o responsável pela batida. A intenção, segundo ele, era reduzir a pressão sobre o companheiro diante dos jogadores adversários. Endrick citou comportamentos semelhantes no Maracanã contra o Panamá e no confronto com a Croácia.
“Quem vê na TV acha que sou eu quem vai bater, mas não é isso”, afirmou o camisa 9. Ele também disse que pretende repetir a atitude em qualquer partida e espera contar com a mesma proteção quando for sua vez de cobrar.
Na primeira etapa, Raphinha foi o responsável pelo primeiro pênalti do Brasil. O camisa 10 deixou o campo no intervalo, e Endrick entrou no segundo tempo em seu lugar. O atacante declarou que encara cada oportunidade na Seleção como se fosse a última, por não saber se estará na próxima convocação.
“Se não vai na qualidade, vai na força”, disse Endrick, ao descrever a forma como busca contribuir. Ele mencionou ações como disputar jogadas com zagueiros, correr, marcar, defender, passar a bola e dar assistência.
A cobrança de Vini Jr também diferenciou o lance do que ocorreu nas oitavas de final da última Copa do Mundo. Bruno Guimarães estava em campo, mas, conforme os jogadores, a definição partiu de uma orientação do técnico Carlo Ancelotti.
A Seleção volta a jogar no sábado, em amistoso contra a Índia, às 11h (de Brasília), em Calcutá.








