Joinville, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Brasil

Renan Santos promete enfrentar o Centrão e rejeita apoiar Lula ou Flávio

Candidato do Missão também defendeu mudanças nos pisos da saúde e da educação, autonomia do Banco Central e fim da reeleição.

Renan Santos diz que dever do partido dele é derrotar o Centrão
Foto: Gabriel Silva/Raspress/Estadão Conteúdo

O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) afirmou que derrotar o Centrão é uma das principais tarefas de seu partido. Durante sabatina realizada nesta sexta-feira, 11, ele também rejeitou a possibilidade de apoiar Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ou Flávio Bolsonaro (PL) em um eventual segundo turno.

“Derrotar o Centrão, que para mim é a grande anomalia da política brasileira, é o dever do meu partido político”, declarou Santos. O candidato disse ainda que a vitória do Partido Missão representaria, necessariamente, uma vitória da democracia no país.

Na área econômica, Santos voltou a defender a desvinculação dos pisos da saúde e da educação. Segundo ele, a medida permitiria maior controle das contas públicas e ampliaria a capacidade do governo de definir o orçamento e os investimentos. Ele também afirmou que sua proposta não mantém inalterado o modelo do salário mínimo, especialmente em relação aos gatilhos automáticos usados para reajustar benefícios.

Posições sobre segurança e instituições

Santos declarou ser pessoalmente favorável à pena de morte, mas disse que o tema não seria desenvolvido em um primeiro mandato. Questionado sobre ser radical, negou a classificação e afirmou se considerar uma pessoa sensata.

Em um bloco de respostas rápidas, o candidato defendeu uma dosimetria para os condenados pelos atos de 8 de janeiro, uma alteração completa no foro privilegiado e a autonomia do Banco Central. Ele também reiterou ser contrário à reeleição.

Ao tratar do Supremo Tribunal Federal (STF), Santos disse não reconhecer Alexandre de Moraes como ministro legítimo após revelações sobre um suposto envolvimento dele com o Banco Master. Para o candidato, Luiz Inácio Lula da Silva seria o mais afetado pela crise no Supremo. Sobre Flávio Bolsonaro, acrescentou que ainda será necessário acompanhar os próximos acontecimentos.

Santos afirmou que não trabalharia com a hipótese de se juntar aos grupos políticos de Lula ou Flávio Bolsonaro, classificando-os como corruptos. Ele também avaliou que os fatos relacionados ao Supremo podem alterar a dinâmica das eleições nas próximas duas semanas.

Texto produzido pela Redação Jogo em Rede com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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