SANTA CATARINA — A campanha de Jorginho Mello, candidato à reeleição ao governo de Santa Catarina, declarou R$ 5.790.000,00 em receitas e R$ 1.544.126,89 em despesas contratadas na primeira prestação de contas parcial. O saldo temporário informado nesta etapa supera R$ 4,2 milhões.
Os dados foram registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Do total arrecadado, R$ 5,7 milhões foram repassados pela Direção Nacional do Partido Liberal. A coligação liderada por Jorginho reúne PL, Republicanos, Podemos, Novo, Avante, Agir, DC, PSDB e Cidadania.
A assessoria da campanha não apresentou posicionamento sobre os números até a publicação das informações.
Despesas declaradas
A maior parte dos gastos contratados foi direcionada à produção de programas de rádio, televisão ou vídeo, que consumiu R$ 1.315.850,00, equivalente a 85,22% do total.
O impulsionamento de conteúdos representou R$ 195.000,00, ou 12,63% das despesas. Também foram declarados R$ 17.000,00 em pesquisas ou testes eleitorais, R$ 15.000,00 em impostos, contribuições e taxas e R$ 1.050,80 em materiais de expediente.
Para as Eleições 2026, o TSE manteve os limites de gastos estabelecidos na eleição geral de 2022. Em Santa Catarina, o teto para governador é de R$ 11.562.724,00, com acréscimo de R$ 5.781.362,00 em caso de segundo turno.
Os limites definidos para os demais cargos são de R$ 4.447.201,54 para senador, R$ 3.176.572,53 para deputado federal e R$ 1.270.629,01 para deputado estadual.
O valor de R$ 1.544.126,89 já contratado pela campanha corresponde a cerca de 13,35% do limite permitido para o primeiro turno na disputa pelo governo estadual. Conforme as regras do TSE, candidaturas que ultrapassarem o teto podem receber multa de 100% sobre o excedente e responder a representações por abuso de poder econômico na Justiça Eleitoral.








