Joinville, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Brasil

Augusto Cury se apresenta como alternativa à polarização em ato no Rio

Candidato do Avante caminhou por Copacabana e defendeu mudanças no Bolsa Família para trabalhadores que assinarem carteira.

No Rio, Cury diz ser 3ª via e enaltece eleitores de direita e esquerda

Augusto Cury (Avante) afirmou, durante um ato de campanha em Copacabana, que pretende ser uma alternativa à disputa entre esquerda e direita na eleição para a Presidência. O candidato disse que o país não deve ficar concentrado em dois grupos políticos.

Cury caminhou pela orla entre os postos 6 e 5 e discursou debaixo de chuva, em um trio elétrico. Ele declarou respeito aos eleitores dos dois campos ideológicos e criticou a divisão política do país. “O Brasil não aguenta mais ser capturado por apenas duas famílias”, afirmou.

Durante o evento, o candidato também citou o ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça. Cury disse que não estava defendendo um ministro específico, mas pediu transparência e independência para a apuração de indícios de corrupção.

A mobilização reuniu cabos eleitorais e candidatos a deputado estadual e federal. Entre 9h e 11h, grupos ligados a campanhas circularam pelo local. Durante a caminhada, candidatos do Rio tentaram se aproximar de Cury para gravar vídeos destinados às próprias campanhas.

A movimentação provocou tensões na chegada e na saída do candidato. Enquanto o locutor do carro de som reforçava a mensagem de pacificação, candidatos sem mandato tentavam se apresentar como políticos eleitos para acessar áreas fechadas onde Cury estava.

Propostas e trajetória

Cury afirmou ter origem humilde e relatou que esteve recentemente na favela da Rocinha para pedir o apoio dos eleitores. “Eu não li sobre a dor, eu vivi a dor de vocês”, disse ao público.

O candidato também defendeu mudanças no Bolsa Família. Segundo Cury, beneficiários que assinarem a carteira de trabalho devem receber um prêmio adicional sem perder o benefício. Ele mencionou pagamentos de R$ 600 e R$ 150 por filho e afirmou que o programa precisa permitir aos beneficiários buscar objetivos como comprar uma casa ou um carro.

Texto produzido pela Redação Jogo em Rede com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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