A jogadora de vôlei universitário Amanda Mack morreu aos 20 anos, após ser diagnosticada com uma forma grave de anemia aplástica. A morte foi anunciada pela família no Instagram e ocorreu em 16/09/2026, às 21h16.
A atleta havia se transferido recentemente para o College of the Holy Cross, em Massachusetts. Durante a formação esportiva, Amanda foi escolhida para o time All-American da Under Armour e se tornou a primeira atleta da IMG Academy, na Flórida, a alcançar essa seleção no vôlei.
Diagnóstico e tratamento
Amanda foi internada em julho, depois de acordar com uma forte dor de cabeça e desmaiar. A suspeita inicial dos médicos era de leucemia. Exames com biópsias da medula óssea, porém, levaram ao diagnóstico de anemia aplástica grave.
A condição faz com que a medula óssea deixe de produzir glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas em quantidade suficiente. Em 13 de julho, Amanda relatou que estava em estado crítico e havia recebido transfusões de sangue e plaquetas. “Minha hemoglobina estava em 4 e minhas plaquetas em 1”, contou.
Segundo a atleta, os médicos acreditavam que um vírus desconhecido havia provocado uma reação descontrolada do sistema imunológico, que destruiu sua medula óssea. Ela também informou ter passado por duas cirurgias de emergência e que precisava de um transplante de medula óssea. Um doador considerado 100% compatível havia sido encontrado.
O tratamento previsto incluía seis sessões de quimioterapia e uma sessão de radioterapia de corpo inteiro antes do transplante. Amanda afirmou que as células do doador reconstruiriam seu sistema imunológico e que levaria alguns meses para a recuperação completa.
A família comunicou a morte da jogadora com uma homenagem: “É com imensa tristeza que anunciamos o falecimento de nossa querida filha Amanda Elizabeth Mack em 16/09/2026, às 21h16. Amanda era uma luz brilhante neste mundo e será para sempre amada e lembrada!”.









