A goleira Yanne foi decisiva para o Bahia avançar às semifinais do Campeonato Brasileiro Feminino. Na disputa por pênaltis contra o Palmeiras, ela defendeu a cobrança de Tainá Maranhão, enquanto as jogadoras do time baiano converteram todas as cinco penalidades executadas pela equipe.
Antes do início das cobranças, o técnico Felipe Freitas organizou a sequência das batedoras e demonstrou confiança na goleira. Durante a conversa com o elenco, ele também assumiu a responsabilidade por eventuais erros na definição das cobradoras.
“Vocês conhecem a porr* da Yanne. É a cara. É a goleira que mais pega pênalti”, afirmou o treinador às atletas. Na sequência indicada por Felipe, Gica seria a primeira cobradora, seguida por Isa e Tati. A equipe precisava definir ainda as demais jogadoras responsáveis pelas penalidades.
Preparação para as cobranças
Em entrevista coletiva depois da partida, Felipe Freitas afirmou que o Bahia trabalha há bastante tempo em situações de pênaltis. O treinador disse que a equipe treinou 2.632 cobranças no ano, com média de 15.2 pênaltis por treino, além de estudar a goleira Tapia, do Palmeiras.
“Tenho certeza que é a equipe que mais treinou pênalti esse ano”, declarou Felipe. Segundo ele, o trabalho foi realizado com cobranças qualificadas e preparação específica para enfrentar a goleira palmeirense.
A vitória colocou o Bahia entre as quatro melhores equipes do Campeonato Brasileiro Feminino e levou o clube pela primeira vez às semifinais da competição nacional. O adversário da próxima fase será definido no confronto das quartas de final entre Cruzeiro e Corinthians.









