Palmeiras e LDU se enfrentam novamente pela Conmebol Libertadores nesta quarta-feira, quase um ano depois da semifinal de 2025, quando a equipe brasileira avançou após uma remontada. Agora, o duelo vale pelas quartas de final, e o clube equatoriano rejeita tratar a partida como revanche.
Oito dos 11 titulares da LDU na goleada sofrida diante do time comandado por Abel Ferreira continuam no elenco. Gruezo, Medina e Alzugaray foram os jogadores que deixaram o clube desde aquele confronto.
A principal alteração ocorreu no comando técnico. Tiago Nunes saiu em julho deste ano, após resultados ruins no Campeonato Equatoriano, e foi substituído pelo argentino Gustavo Álvarez.
Novo comando e esperança no ataque
Álvarez dirigiu a LDU em 11 partidas, com sete vitórias, dois empates e duas derrotas. O período inclui a classificação diante do Mirassol nas oitavas de final da Libertadores. Depois de empates por 1 a 1 no Brasil e 0 a 0 no Equador, a equipe equatoriana venceu a disputa por pênaltis por 5 a 4.
A LDU ocupa a quinta posição no Campeonato Equatoriano. O treinador ainda alternou o esquema nos primeiros jogos, mas a tendência é de que a equipe use o 4-2-3-1, formação adotada nas últimas três vitórias pela competição nacional.
“Estou me sentindo muito bem. Vejo um elenco comprometido. Acredito nos jogadores, e eles acreditam em mim”, afirmou Gustavo Álvarez em entrevista pré-jogo nesta terça-feira.
O presidente Isaac Álvarez também afastou a ideia de revanche e destacou a vitória da LDU por 3 a 0 em Quito no confronto anterior. Para ele, o reencontro é apenas a partida contra o adversário definido para as quartas de final.
Deyverson é uma das opções ofensivas da equipe. O atacante, autor do gol do título do Palmeiras na Libertadores de 2021, defende a LDU desde janeiro deste ano. Aos 35 anos, soma 37 jogos e sete gols pelo clube, mas não é titular absoluto. Ele disputa a posição com Estrada, que marcou 11 gols em 31 jogos neste ano.
O jogo de ida será às 19h, no Nubank Parque, palco da vitória do Palmeiras por 4 a 0 no ano passado. Gustavo Álvarez também descartou usar o gramado sintético como justificativa: “Precisamos nos adaptar e competir. Não há desculpas, o futebol sempre será 11 contra 11.”








