RIO DE JANEIRO — Emerson Royal, Saúl e Léo Ortiz, jogadores do Flamengo, acompanharam no Maracanã a partida entre Baltimore Ravens e Dallas Cowboys, realizada neste domingo. O confronto marcou a estreia da NFL no Rio de Janeiro, e os atletas comentaram a experiência de ver o estádio adaptado para o futebol americano.
Royal afirmou que estava ansioso para conhecer o Maracanã em uma configuração diferente. “Estava nervoso para ver o Maracanã de outra forma, que nunca vi, é a primeira vez”, disse o lateral-direito, que também acompanhava seu primeiro jogo da NFL.
Léo Ortiz também destacou a mudança no estádio. O zagueiro contou que o local parecia outro e relacionou a ocasião ao período em que passou a jogar regularmente no Maracanã. Ele afirmou ainda que ficou feliz por acompanhar o momento vivido pelos brasileiros com a liga.
Relação entre Flamengo e NFL
O Flamengo cedeu o centro de treinamentos ao Dallas Cowboys no fim da semana. Royal e Ortiz participaram da atividade, enquanto o clube promoveu ações de divulgação do confronto. No início do mês, o Flamengo lançou uma linha de roupas inspirada no clube carioca e na NFL.
Ortiz disse que acompanha a liga desde os 10 anos e que aprendeu a gostar do esporte pela televisão e pelos videogames. Durante a semana, ele assistiu ao treino dos Cowboys, conheceu jogadores que admira e trocou camisas para ampliar sua coleção.
Emerson Royal, que está começando a acompanhar a NFL, contou que Ortiz tem explicado as regras e as posições. O zagueiro avaliou que o lateral poderia atuar pelas beiradas como um defensor rápido. Royal brincou que teria dificuldades para suportar os impactos físicos da modalidade.
A ligação entre Flamengo e NFL também envolve o departamento médico do clube. O cardiologista Luiz Macedo e o ortopedista Fernando Sassaki foram contratados temporariamente pela liga durante a passagem das equipes pelo país. Macedo atua como coordenador do departamento médico da NFL, enquanto Sassaki é o médico responsável pelo Dallas Cowboys.
Os profissionais das franquias continuam acompanhando as equipes, mas não têm licença para atuar no Brasil. A partida no Rio foi a terceira da NFL no país, depois de confrontos em São Paulo, na Neo Química Arena, em 2024 e 2025.








