Joinville, Segunda-feira, 28 de setembro de 2026
Futebol

Flamengo inclui ex-jogadores em projeto financiado por leilão beneficente

Recursos do Nação Legado também vão apoiar bustos de Arrascaeta e Bruno Henrique, categorias de base, futebol feminino e ações sociais.

Flamengo inclui ex-jogadores em projeto financiado por leilão beneficente
Foto: Arquivo/FlaMemória

O Flamengo vai destinar parte da arrecadação do projeto Nação Legado ao apoio a ex-jogadores em dificuldade financeira. A iniciativa terá parceria do Flamengo Legends, responsável por indicar os nomes que receberão auxílio. Paulo Henrique, lateral dos anos 1960 e jogador do Brasil na Copa de 1966, já foi contatado e está entre os beneficiados.

A captação será feita por meio de um leilão beneficente dividido em duas etapas. A fase digital, aberta à torcida, termina nesta sexta-feira. Os torcedores poderão contribuir com R$ 50 e receber um certificado digital oficial ou concorrer a um dos 131 lugares no Jantar e Leilão Beneficente, marcado para 30 de outubro, no Maracanã. O evento terá a presença de Arrascaeta, Bruno Henrique e outras personalidades rubro-negras.

Durante o jantar, também será realizado o leilão presencial que definirá os 21 nomes inscritos nos pedestais dos bustos de Arrascaeta e Bruno Henrique. O maior lance dará direito à inscrição nos dois monumentos, enquanto os 20 lances seguintes preencherão os 11 nomes de cada pedestal. Outros itens especiais também serão oferecidos.

Destinação dos recursos

O projeto contempla a produção dos bustos, em reconhecimento às conquistas dos jogadores pelo Flamengo, e a ampliação da infraestrutura das categorias de base e do futebol feminino. Essa frente inclui a construção de um miniestádio no Ninho do Urubu.

Parte dos recursos será direcionada ainda ao Jogaremos Juntos, projeto da área de Responsabilidade Social do clube. Segundo Camila Nascimento, gerente do setor, a ação atende oito comunidades do Rio de Janeiro e da Baixada Fluminense e beneficia mais de 1.200 crianças.

O trabalho oferece futsal, ginástica artística, judô, basquete e vôlei, além de atividades voltadas ao desenvolvimento de habilidades socioemocionais, como resiliência e empatia. O projeto existe há quatro anos, e o clube relata melhorias no rendimento escolar, redução de conflitos e ampliação do repertório cultural entre os participantes.

Camila Nascimento afirmou que o Flamengo pretende ampliar a iniciativa para outros estados. Entre os exemplos citados pela gerente estão uma turma de crianças neurodivergentes na ginástica artística, no Complexo do Alemão, e Pietro Lameira, que chegou ao projeto há cerca de dois anos, no sub-9, vindo de Queimados, e hoje está nas categorias de base do clube.

Texto produzido pela Redação Jogo em Rede com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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