O Figueirense sofreu 22 gols nas 19 rodadas da Série C, e 11 deles tiveram origem em bolas paradas ou reposições. O número corresponde a 50% dos gols sofridos pela equipe na competição.
Escanteios, faltas, pênaltis e laterais aparecem entre os reinícios que deram início às jogadas. Foram cinco gols após cobranças de escanteio, três de falta, dois de pênalti e um de lateral.
Os cruzamentos com a bola rolando formam o segundo principal padrão, com seis gols, equivalentes a 27,3% do total. Também houve três gols originados em lançamentos em profundidade, além de uma jogada rasteira trabalhada pelo Maringá e um chute de fora da área marcado pelo Barra.
Segundas bolas após cobranças
Os escanteios foram responsáveis por gols contra o Figueirense diante de Maringá, Floresta, Brusque, duas vezes, e Ferroviária. Em parte dos lances, a equipe evitou a primeira finalização, mas não conseguiu afastar o perigo na sequência.
Na derrota por 3 a 1 para o Maringá, uma cabeçada após escanteio acertou o travessão, e o adversário marcou no rebote. O Brusque também aproveitou sobras de cobranças em dois dos três gols marcados contra o Figueirense.
Diante da Ferroviária, na 16ª rodada, uma cobrança de falta rasteira passou pela barreira. O goleiro defendeu, mas um jogador adversário apareceu livre para completar no rebote. Ao todo, cinco gols iniciados em reinícios tiveram participação direta de rebotes ou segundas bolas.
Cruzamentos e lançamentos
Dos seis gols originados em cruzamentos, apenas um terminou em cabeçada direta: o primeiro do Brusque na derrota por 3 a 1. Nos outros cinco, os adversários encontraram espaço para infiltrar na área.
Anápolis e Barra marcaram após cruzamentos rasteiros que encontraram jogadores na pequena área ou no segundo poste. O Guarani chegou ao gol depois de uma bola enfiada pelo lado esquerdo e de um passe rasteiro para o atacante finalizar de primeira.
Nas rodadas finais, o gol do Caxias, na vitória do Figueirense por 2 a 1, começou com cruzamento rasteiro pela direita e terminou em uma sobra dentro da área. O Maranhão marcou no Orlando Scarpelli após cruzamento a meia altura e infiltração para completar com o pé.
Os três gols restantes desse recorte tiveram lançamentos longos como origem. Contra o Maringá, na segunda rodada, um atacante recebeu a bola ainda no campo defensivo adversário, venceu a corrida, driblou Fabrício e marcou. O Itabaiana balançou a rede após uma ligação direta do goleiro, enquanto o Paysandu encontrou o atacante em profundidade. Igo Gabriel saiu da área para tentar cortar, mas acabou encoberto.








