O Chelsea anunciou um programa de apoio à maternidade para as jogadoras do time feminino. As medidas abrangem o período anterior à gravidez, a gestação e a recuperação após o parto, com assistência personalizada e suporte financeiro em diferentes etapas.
Entre os benefícios está o acompanhamento individual durante toda a gravidez, incluindo exames e opções de parto privados. O clube também oferecerá auxílio à recuperação pós-parto, com especialistas responsáveis por aspectos físicos, mentais e emocionais da saúde após o nascimento do bebê.
A política prevê ainda o custeio da viagem de um parceiro ou de uma babá para partidas fora de casa até um ano depois do retorno da atleta aos gramados. A medida tem como objetivo garantir acompanhamento nos primeiros meses após o parto.
O pacote inclui políticas ampliadas para adoção e licença parental, além de uma contribuição para despesas de creche quando a jogadora voltar à reabilitação ou aos treinamentos. As iniciativas foram apresentadas pelo Chelsea como parte do desenvolvimento do padrão de cuidado no futebol feminino e do suporte às atletas que conciliam a carreira com a maternidade.
Medidas semelhantes
A iniciativa tem pontos em comum com um projeto lançado pela CBF em 2025. O pacote da Confederação para o futebol feminino passou a permitir que jogadoras que amamentam viajassem com os filhos para as partidas, com os custos bancados pela organização.
Em maio de 2024, a Fifa estabeleceu que as atletas devem ter licença remunerada de no mínimo 14 semanas. A regra também contempla mães adotivas e não biológicas.
As mudanças no regulamento da entidade ainda permitiram que as jogadoras se ausentassem de treinamentos e partidas em casos de complicações relacionadas à menstruação, sem perda da remuneração.








