Joinville, Quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Brasil

Caiado pede ao STF abertura de investigações antes das eleições de 2026

Candidato solicitou a Edson Fachin o fim do sigilo em apurações sobre o Banco Master, fraudes no INSS e agentes públicos.

Caiado pressiona Fachin por transparência em casos Master e INSS

O candidato à Presidência da República Ronaldo Caiado (PSD) pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, a quebra do sigilo de investigações relacionadas ao Banco Master, às fraudes no INSS e a outros casos que envolvam agentes públicos.

A solicitação foi apresentada em uma petição protocolada nesta 4ª feira (9.set.2026). Caiado afirmou que a abertura das informações permitiria ao eleitor conhecer apurações envolvendo figuras políticas antes das eleições de outubro.

“Não faz sentido que o povo brasileiro vá às urnas às cegas”, declarou o candidato. Na avaliação dele, os fatos já reunidos pela Polícia Federal precisam ser conhecidos antes da votação, sem que o debate público dependa de vazamentos selecionados ou de boatos baseados em informações parciais.

Caiado também relacionou a falta de transparência ao risco de prejuízos para o processo eleitoral. Na petição, mencionou medidas adotadas pelo Judiciário em eleições anteriores para combater a desinformação e afirmou que a restrição ao acesso a informações pode ter efeito semelhante ao da disseminação de fake news.

O pedido não se limita à disputa pela Presidência. O candidato disse que as investigações também poderiam influenciar a escolha de representantes para os governos estaduais, as assembleias legislativas, a Câmara dos Deputados e o Senado.

Para Caiado, o acesso às informações é necessário para preservar a credibilidade das instituições e permitir que os eleitores avaliem os envolvidos. “A democracia não se constrói apenas na votação sufragada na urna”, escreveu na petição, ao defender que a confiança no sistema democrático depende da plena informação.

Texto produzido pela Redação Jogo em Rede com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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